Vídeo Argumento

Oi pessoal! Nesse bimestre, como parte do nosso projeto escolar Móbile na Metrópole, tivemos que fazer um vídeo argumento explicando um pouco sobre nosso tema e apresentando algumas ideias que tivemos para o mini-documentário que produziremos no segundo semestre deste ano. Além disso, formulamos a questão-problema do nosso trabalho: como a cidade de São Paulo é inclusiva e acessível a pessoas com deficiência física ou visual? Para mais detalhes, assistam ao vídeo abaixo:

 

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O título do blog

Oi, gente! Caso vocês não tenham percebido, nosso blog finalmente tem um título (uhul)! Por isso, vou contar aqui o que a gente pensou! Nosso tema, como já dissemos aqui no blog, é a acessibilidade e a inclusão social dos deficientes físicos em São Paulo, além de dar destaque aos privilégios invisíveis que nós temos e raramente valorizamos, os quais fariam uma enorme diferença na vida desse grupo de pessoas. Dessa forma, ao criar o título SP (in)acessível, eu pensei em duas possíveis interpretações: a primeira, a acessibilidade ou a falta dela para os deficientes físicos na cidade e, a segunda, a ideia de que a metrópole seria mais acessível para nós do que para indivíduos com deficiência, ou seja, duas realidades quanto à acessibilidade em São Paulo. Por hoje é isso, até a próxima!

Giovana

Nosso tema

Oi, pessoal! Então, esse provavelmente será um dos posts mais importantes do ano. Por quê? Simplesmente porque apresentaremos o nosso tema, ponto crucial do projeto! Na verdade, o que contaremos a seguir é o nosso subtema, o qual deve estar inserido no tema geral do Móbile na Metrópole 2017, definido por nossos professores: “Realidade?”.

(Momento de suspense)

Trataremos da própria realidade dos deficientes físicos na cidade de São Paulo. Mais especificamente, da inclusão ou exclusão social dessas pessoas e da acessibilidade ou auxílio fornecidos ou não pelo Estado nos locais públicos. Além disso, achamos importante deixar algo claro a partir de agora: não fazemos parte desse grupo e tampouco somos extremamente próximos de alguém que faça, apenas escolhemos tratar sobre esse assunto por considerá-lo importante e interessante e pelo fato de que, raramente, nós, cidadãos, reparamos nas dificuldades diárias enfrentadas por esses indivíduos.

Esperamos conseguir atingir nosso objetivo de descobrir mais a respeito dessa realidade e retratá-la para vocês através desse blog e do mini documentário que produziremos ao final do projeto.

Por hoje é isso, até mais!

Expectativas

“Não deixaremos de explorar e, ao término da nossa exploração deveremos chegar ao ponto de partida e conhecer esse lugar pela primeira vez.” – T. S. Eliot

Para mim, era uma verdade universal que o “Móbile na Metrópole” seria terrivelmente difícil de ser realizado e que, consequentemente, gastaria muito tempo da minha vida. Essa visão já estava enraizada na minha cabeça quando, menos de um mês atrás, nossos professores convidaram alunos do ano acima para falar sobre esse “projetinho”. Do que significou para eles.

Percebi, talvez na metade do discurso, que estava tão preocupada com o que o famoso MNM tiraria de mim que não prestei atenção no que ele traria pra mim. No que ele me mostraria. E descobri que ele abriria a porta de um mundo completamente novo para explorar: São Paulo. Claro que, até um tempinho atrás, não consideraria que a cidade em que cresci é uma estranha. Mas é. O percurso rotineiro “escola, clube e casa” é uma milésima parte da realidade de São Paulo. Uma milésima parte dessa metrópole. Uma metrópole caótica e cheia de vida. Cheia de barulho. De música. De arte. De muvuca. Cheia de novas coisas para explorar.

– Lorena

Sempre ouvi dizer que este ano já seria muito puxado na escola e o trabalho do Móbile na Metrópole iria nos sobrecarregar demais… Algumas pessoas até diziam que valeria a pena, mas a maioria contava mais sobre a dificuldade. Por isso, eu estava bem assustada e não sabia se iria gostar o suficiente do projeto para compensar todo o esforço que será investido nele. Na verdade, eu ainda não sei, porque acabamos de começar, mas posso dizer que estou bem mais otimista e acho que valerá o tanto que exige de nós.

Estou realmente animada com a oportunidade que teremos de investigar São Paulo de modos que nunca imaginaríamos e sair da tão famosa “zona de conforto” ou “bolha” na qual vivemos. O tema norteador do nosso projeto, “Realidade?”, abre diversos caminhos que podemos seguir para conhecer de verdade a cidade em que vivemos e descobrir, literalmente, as inúmeras realidades existentes nela que nunca são lembradas por nós.

Meus sentimentos, agora, em relação ao MNM? Ansiedade. Curiosidade. Medo.

– Giovana

Na minha visão, o projeto MNM, apesar de ouvir muitas vezes de outros anos que é algo bem trabalhoso, sempre tive uma certa curiosidade: um estudo do meio em São Paulo que dura o ano todo. E agora vou poder, empiricamente, testar os boatos. Minha primeira expectativa é que ele será realmente trabalhoso, porém, ao contrário do que eu pensava do projeto no início desse ano, quando ainda não havia pensado direito sobre ele, acredito que  ele será benéfico no quesito de ampliar minha visão sobre a cidade, uma vez que ele nos mostrará diversas realidades não são contempladas em nosso cotidiano . Além disso, espero conhecer melhor o grupo.

-João Pedro

Minhas expectativas para esse projeto são um pouco diferentes das que já tive em minha breve vida, pois ao mesmo tempo que estou ansioso e feliz por ter começado com o projeto,não sei exatamente o que esperar do móbile na metrópole . Como tenho um conhecimento muito superficial da cidade e vamos nos aventurar na mesma de um jeito nunca feito antes por mim, as únicas expectativas que posso criar é de mudar um pouco meu modo de me relacionar com a cidade e de entender são paulo melhor e todos que a habitam.

Gabriel Roque