Autoavaliação

Já com o mini documentário pronto, estamos nos aproximando cada vez mais do fim do Móbile na Metrópole. Por isso, foi pedido que fizéssemos uma avaliação geral relativa a todo o percurso desse projeto!

No começo do ano, como já falamos aqui inúmeras vezes, nosso grupo parecia aleatório e nos conhecíamos pouco. Porém, em meio a tanto convívio, conseguimos formar um grupo muito bom! Nós quatro trabalhamos de forma equilibrada durante todo o percurso, dividindo igualmente o trabalho.

Como somos mais tímidos e indecisos, sempre discutíamos muito o que fazer, sem que alguém impusesse sua vontade. Além disso, fizemos todas as etapas do trabalho em conjunto: desde posts obrigatórios feitos por videoconferências até a edição do mini documentário, o que eu achei extremamente bom!

Enfim, não sabia o que esperar desse grupo quando começamos o projeto, mas fiquei muito satisfeita com o resultado que tivemos tanto de trabalho como de relação!

Giovana

Fazer o mini documentário deu bastante trabalho. Os últimos dias antes da data limite de entrega foram cansativos, mas o resultado foi bem legal.

No início do projeto, não nos conhecíamos bem, tínhamos pouca intimidade, então, era muito difícil dividirmos as tarefas e tomarmos decisões. Além disso, no grupo não há um líder natural, então o gerenciamento sempre foi feito por todos.

Isso de certa forma foi muito bom, pois todos estavam quase sempre presentes nas entrevistas, todos participaram das reuniões e da edição do mini documentário, o que acabou dando um pouco mais de trabalho.

O comprometimento de todos ajudou no desenvolvimento do projeto. Aos poucos criamos um convívio bem bacana, enfim, aprendemos a trabalhar realmente em grupo.

O tema que escolhermos foi se revelando, ao longo do projeto, muito mais interessante do que eu esperava. Após a realização desse projeto, vejo de uma forma muito mais ampla a questão da acessibilidade das pessoas com deficiência na cidade de São Paulo.

– João Pedro

Decidi me separar de meus amigos mais próximos da sala já que nunca, em 5 anos juntos, consegui trabalhar bem com eles , o que me fez entrar nesse grupo, algo de que não me arrependo nem um pouco, ainda mais vendo o belo mini doc que realizamos e pelo qual estamos todos muito orgulhosos.

O começo do projeto não foi algo tão fácil, pois nenhum de nós tomava as decisões do grupo, criando muitas vezes situações em que não saiamos do lugar em discussões e dúvidas, e para dificultar ainda mais não tínhamos muita intimidade, o que fez com que nosso trabalho até junho não fosse dos mais produtivos. Porém no segundo semestre houve mudanças, nosso grupo já havia adquirido certa intimidade o que deixou muita mais fácil trabalhar em conjunto e desfrutar desses momentos o quanto possível. Sinto também que nesse segundo semestre todos nós adquirimos mais vontade de publicar em nosso blog, muito provavelmente por causa da maneiras em que nos relacionamos com nosso tema, depois de ouvir pessoas de todos os tipos e classes, como mara gabrilli ( deputada federal tetraplégica ) e chicão ( pedinte de esmolas que se locomove através de uma cadeira de rodas), criamos uma afinidade com o tema de tal modo que não será a mesma coisa ver um cadeirante ou uma calçada inacessível hoje em dia.

-Gabriel Roque

Acho que era até um consenso que o nosso grupo era o mais X possível. No começo do ano, eu não era nem um pouco próxima da maioria dos integrantes. Isso talvez tenha dificultado o trabalho, porque ficavamos muito indecisos na hora de tomar alguma decisão. E, sinceramente, gastavamos muito tempo para fazer ou decidir qualquer coisa.

Acredito, porém, que o fato de sempre termos feito todos os trabalhos, posts de blogs e entrevistas juntos nos ajudou a construir uma relação muito melhor dentro do grupo. Nesse segundo semestre, principalmente, em que quase todos os finais de semana tinhamos que fazer entrevistas, filmar a cidade ou até mesmo começar a editar o mini-doc, foi mais fácil de criar uma amizade e um bom astral para o grupo.

Não posso negar também que esses últimos dias foram muito estressantes. A edição do vídeo nos custou horas e horas trabalhando em cima de um mini-documentário que demorava a ficar pronto. Mas, quando finalmente ficou, trouxe um alívio imenso. 

Para mim, esse grupo totalmente inesperado conseguiu criar, além de uma relação boa, um projeto final satisfatório.

– Lorena

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Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência

 Hoje, 21 de setembro, é celebrado o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Essa data foi instituida em 14 de julho de 2005, pela Lei Nº 11.133, mas começara a ser lembrada em 1982, por conta de movimentos sociais.


 Imagem: http://www.bhlegal.net/blog/mais-um-dia-nacional-de-luta-da-pessoa-com-deficiencia/

A escolha da data se deu por sua proximidade com o início da Primavera (23 de setembro) e por ser o Dia da Árvore, logo  representaria o renascer das plantas, simbolizando o sentimento de renovação das reinvindicações em prol da cidadania, inclusão e participação plena na sociedade.

 Além disso, é interessante destacar que essa data foi proposta por Cândido Pinto de Melo, um dos fundadores do Movimento pelos Direitos das Pessoas Deficientes (MDPD). Logo, nessa data, as pessoas com deficiência têm um espaço maior para reivindicar seus direitos!

 Espero que o dia de hoje possibilite uma reflexão a todos nós! Até logo!!

Giovana